Quando a gente passa por um "baque", qualquer que seja ele, sempre leva um tempinho para o processo de recuperação...Um tombo por exemplo: se você levou aquele tropeção na rua e se espatifou na calçada... leva um baque! Primeiro o físico, dor, joelho raspado. Depois o que está acontecendo? E ai bem o mico total e como sair daquela situação.
Normalmente quando o tombo não teve consequências mais sérias como alguma fratura ou algo do tipo, foi só arranhões no corpo e na alma, acaba virando piada que você mesmo acaba contando para os amigos e família.
Mesmo assim, sempre que passar por aquele lugar do tombo... você fica esperta, olha para o chão duas vezes... anda com mais cautela.
Eu poderia falar sobre inúmeras causas que causam "baques"... mas como estou falando da separação é desse "baque" que quero falar aqui.
Todo o processo é doloroso... isso já falei... e como no tombo acima, primeiro você tenta enxergar o que de fato está acontecendo e qual é a situação...
Dai vem o processo de tentar identificar o que te levou aquela situação... dai a gente passa o filme todo na cabeça... arghhhh.... lembra das coisas boas e das não boas.Lembra das boas com alegria por constatar que realmente houve um período muito bom e muita coisa boa para ser lembrada, e isso vai servir de "merthiolate" ou "band aid" no machucado da alma.
Quando você lembra das não boas... acaba lembrando daquelas em que inúmeras vezes não eram boas mas que você relevou para poder seguir sem brigar ou sem se estressar.
E é claro que acaba chegando a conclusão que boa parte disso contribuiu para o final do casamento.
E assim você vai colocando todos os itens na balança.
Bom, como já contei aqui, fui lá para o fundo do poço... mas lá no fundinho mesmo... tive depressão e me senti um lixo.
Eu brinco (falando sério) que quando ele me conheceu eu era " um filé mignon" e quando o casamento acabou eu virei " uma muxiba".
Mas, como sou uma pessoa otimista e gosto de mim, embora tenha esquecido disso , arregacei as mangas, e comecei a sair do fundo do poço, da depressão fui tratar e comecei a me cuidar um pouco mais.
Só não teve jeito ainda de perder uns kilos... e a minha desculpa é: depressão e dieta não podem andar juntas. Ou eu trato de uma coisa ou de outra.
E dia após dia venho melhorando, me valorizando, tentando mudar meu estado de espírito e tentando lembrar cada vez menos do casamento, porque eu acho mesmo que ficar só remoendo o que passou não adianta. Eu quero olhar para a frente e acho que é assim que tem que ser.
E apesar de todas as mágoas e presepadas feitas por ele, ainda desejo que ele seja feliz e encontre seu caminho.
Mas... parece que ele não pensa assim, as vezes tenho a sensação, que mesmo ele já estando com outra pessoa, fica muito tempo pensando em como me prejudicar e isso dá um desânimo.
Como eu converso muito com as pessoas, descobri que não sou a única nesse "enredo" que mais parece de uma novela.
Parece que eles não nos querem ver bem, não querem que melhoremos, acho que isso que eles fazem vai além do sentimento de posse. Me parece mais um sentimento de destruição.
Já que não queremos mais aquela vida que não nos pertencia mais, e isso inclui "eles", então o objetivo deles é nos destruir. Fazendo ameaças, fazendo pressão. E isso dá um desânimo.
Mas, apesar do desânimo, não podemos e não devemos entrar nesse jogo de pressão.
O que eu acho que vale é pensar como você é! Como você pensa!
Continuo achando que o pensamento positivo e a fé em Deus e em todos seus auxiliares ainda são a melhor coisa para vencer qualquer força negativa. Principalmente a que brota dentro de você.
Eu continuo com muita fé e esperança que logo melhores dias virão e que realmente cada um siga sua vida em paz e da melhor maneira possível... xô desanimo... xô!


Melhor tomar um café bem gostoso e de preferência com um broa de fubá quentinha.
Quer a receita? Vai lá no meu blog de Culinária e veja a receita da Broa de Fubá que postei hoje.
DEPOIS DO CAFÉ
Durante o café com a minha deliciosa Broa de fubá, fiquei pensando no texto de hoje e preciso dizer uma coisa muito importante: FORÇA DE PENSAMENTO E FÉ Á PARTE... quando o ex vem com "terrorismo" a melhor coisa a fazer é procurar a DDM - Delegacia da Mulher da sua cidade e fazer um BO. É a lei a nosso lado. Não precisa esperar algo de terrível acontecer. Vejam a LEI MARIA DA PENHA, ela foi criada para proteger as mulheres.
E qualquer tipo de ameaça é crime.
Outra coisa, muito importante, quando você registra o BO está se documentando.
As vezes, dependendo da Delegacia, é preciso insistir no BO, porque a primeira pergunta que elas fazem é se o ex fez ameaça de morte, infelizmente algumas profissionais também não estão preparadas. Mas basta usar seu argumento porque elas não podem deixar de fazer o BO.
Bom, nem tudo são flores, por isto que eu disse, fé, coragem, mas fique esperta !
Nenhum comentário:
Postar um comentário